Receio estar num tempo que não haja contagem numérica que forme a infinitude, a capacidade de entender pra que serve o menor de todos os problemas: fendas: relógios... o pulso.
Números não dão em árvores nem nas mais profundas subsolosidades entranhescas do conhecido eu incalculável em mais de um...
Não descobri a quem, ainda, a necessidade da presença afeta senão no mais. Dá vontade de explodir em quinhões de imagens semelhantes; de entender essa distância minha de não saber o que fazer sem ______ (isso?).
Voltei ao estado primitivo das cores que pertencem ao interior desbravado - porém reconhecido - dos caminhos que, percorridos, modificam-se nas frações faciais. Cheiro uma indiferença anormal vinda de fora, melódica. Como ficamos em relação a tudo? Desarranjo sem descartes com volúpia inimaginária (somente esqueça dos números pr´essas realidades) se contar quantas palavras ainda hei de contar até tudo bem...está certo.
Por certas vezes, quase agora, me distraí escrevendo o que invade saindo de mim sem trancar as portas. Por mil vezes desapareci com o ontem sem necessitar das horas pra tanto.
segunda-feira, 14 de março de 2011
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